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sábado, 19 de outubro de 2013

Imperialismo


Para falar acerca do imperialismo temos que ir às raizes históricas deste polémico assunto. Há? Não há? Afinal como é que se define? É de esquerda? É de direita?

Este pequeno texto tira-lhe qualquer dúvida.

Como quase todos os acontecimentos importantes que historicamente mudaram (moldaram) a civilização (e os outros também), o imperialismo nasceu em Portugal. Sim, foi neste rectangulo, à beira mar plantado, que se deu o nascimento desta “moda”.
Uns gostam, às claras, e não são bem aceites.
Outros encontram ocasiões onde o imperialismo pode ajudar, mas, porque é quase um tabu, não manifestam a sua eventual participação quer em pensamentos ou mesmo em actos imperialistas.
Há ainda os indiferentes, uma praga social na minha opinião, que são os abstensionistas, os que tanto vivem indecisos entre imperialistas ou não, e, por último, os que são frontalmente contra, e nestes há vários géneros que vão desde os convictos e com argumentos
Também os seguidistas, que são contra porque fulano e beltrano são contra, e, se é para a confusão eu também sou contra.

Começou a falar-se no imperialismo depois da revolução militar de 1974, e não admira. Antes disso não havia muita informação. Creio mesmo que nos primeiros 700 anos da nossa existencia nem tinhamos televisão, e mesmo as rádios acho que eram poucas.

Eu não sou imperialista, mas sou de direita. Mas tenho um vizinho que é comuna, daqueles que andam a colar cartazes e vão fumar charros na festa do Avante, que é um grande imperialista. Ele diz que às vezes fica tonto e confuso com ele próprio, mas que, apesar de se tratar duma coisa sem futuro (na opinião dele), o imperialismo tem algumas vantagens:

Primeiro porque as loiras saem sempre fresquinhas. Depois há a questão da “classe”, e finalmente porque não se paga o depósito das garrafas.


Jarro Martins

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